A estudante Maria Félix vem contar-nos um pouco da sua experiência na Escola Superior de Comunicação Social (ESCS) do Politécnico de Lisboa, uma experiência que descreve como «enriquecedora».

A Escola Superior de Comunicação Social apareceu na minha vida e, desde logo, conquistou-me por completo. Tenho 20 anos, estou no final do 2.º ano da licenciatura de Relações Públicas e Comunicação Empresarial e, a cada dia que passa, sinto-me mais apaixonada pelo curso e pela Escola.

Ao longo do Ensino Secundário, ouvi várias vezes que o Ensino Superior nos ia trazer dificuldades, que os professores não nos iam ajudar, etc. No fundo, transmitiam-nos a ideia de que estaríamos por nossa conta. Hoje, posso dizer que essas afirmações não podiam ser mais erradas, pelo menos, no que diz respeito à ESCS. Toda a experiência que esta Escola nos oferece é enriquecedora, a diferentes níveis, e todos aqueles que por ela passaram terão muito para contar.

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Costumo dizer que “A ESCS é como um secundário 2.0”. É uma escola pequena, com apenas quatro cursos (Audiovisual e Multimédia; Jornalismo; Publicidade e Marketing; Relações Públicas e Comunicação Empresarial). Desta forma, todos se conhecem e há, pelos corredores, um espírito de amizade, entreajuda e camaradagem incrível, que se faz sentir desde o primeiro dia. Fui integrada rapidamente pelos alunos mais velhos e as amizades começaram a florescer. Nunca senti que houvesse distinção entre alunos mais velhos e caloiros. A união e trabalho em equipa são pontos que a ESCS desenvolve muito. Todos precisamos uns dos outros, afinal, estamos todos neste barco, literalmente [a forma do edifício da Escola remete para um barco].

Aprendi a aceitar trabalhar com pessoas muito diferentes de mim. Posso dizer que, em dois anos, a minha mentalidade e caráter mudaram bastante, para melhor! Existe competitividade, claro, mas sempre com o intuito de nos fazer querer ser melhores que nós próprios, de nos fazer superar os nossos desafios.

ESCS. Aquela escola que se vê da segunda circular

Para quem vive na periferia da cidade de Lisboa, a passagem na segunda circular - uma das artérias mais movimentadas da capital - faz parte do ritual de todos os dias. Passado o Colombo, lá se vê uma escola em forma de barco, cujas letras azuis servem de apresentação: Escola Superior de Comunicação ...

No geral, posso dizer que toda a comunidade Escsiana, não apenas alunos, mas também funcionários, professores, ex-alunos, é como uma grande família. Devo dizer que é graças aos funcionários e professores que me sinto em casa. Não sou um número, mas sim a Maria Félix. Todos estão disponíveis e todos são essenciais. Afinal, o que faria eu sem o meu querido Sr. Rui, da reprografia? E quem seriam os alunos de AM sem o Nuno Portugal? Penso que, na ESCS, todos temos os nossos “heróis sem capa”.

E é claro que não podia falar da ESCS sem referir toda a sua vida, a sua dinâmica constante. E não me refiro ao entra e sai da porta principal! A ESCS oferece-nos a possibilidade de ingressar em núcleos extracurriculares que nos dão uma bagagem imensa.

Se alguma vez me imaginei a fazer rádio e cobrir um evento em direto? Não! Se o fiz? Graças ao núcleo ESCSFM, sim!
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Não precisamos de ser de AM para fazer parte do número f (núcleo de fotografia), nem de ser de Jornalismo para entrar no 8.ª Colina (jornal). Isto é extremamente enriquecedor e permite-nos descobrir e aprofundar skills que desconhecíamos em nós. A ESCS permite-nos abraçar projetos que nos fazem crescer, que nos fazem vibrar. São esses projetos que me mostraram que, mais que fazer o curso, o importante é vivê-lo.

Viver um curso não é sinónimo de estar presente em todas as festas da Associação de Estudantes. Claro que isso é importante, todos os estudantes se querem divertir, nem que seja para se abstraírem dos mil e um trabalhos que têm para fazer numa semana. Mas, para mim, viver o curso é aproveitar ao máximo toda a vida académica que a ESCS me proporciona, assim como levar comigo professores, amigos e “irmãos mais velhos”, que irei sempre recordar.

Maria Félix
Aluna da licenciatura em Relações Públicas e Comunicação Empresarial (2.º ano)

 

Uma viagem ao interior do Politécnico de Lisboa

Por Rúben de Matos Conhece as características que distinguem o Politécnico de Lisboa e as suas oito escolas superiores. Da dança à música, teatro e cinema, passando pela educação, comunicação, ciências da saúde, engenharia e ciências empresariais, no Politécnico de Lisboa há espaço para todas as áreas e gostos.

 

 

Ao longo dos próximos dias, fazemos uma viagem pelas escolas e institutos superiores do Politécnico de Lisboa. Fica atento às novidades em forum.pt!